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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A MULHER E O EXERCÍCIO

No passado, as doenças do sistema cardiovascular afetavam mais homens que mulheres. Hoje, a proporção destas disfunções em ambos os sexos praticamente se igualou. Observe alguns dados estatísticos interessantes, divulgados pela publicação norte-americana Surgeon General’s Report:
  • Uma em cada cinco mulheres apresenta alguma forma de doença ou disfunção cardiovascular;
  • Uma porcentagem maior de mulheres do que de homens, a partir dos 50 anos, tem colesterol sangüíneo total superior a 200mg/dL;
  • O câncer de mamas é o tipo mais comum de tumor que leva as mulheres entre 40 e 55 anos à morte;
  • As mulheres freqüentam mais academias de ginástica do que homens. Entretanto, a inatividade física é mais comum entre as mulheres, pois os homens tendem a praticar esportes e exercícios mais informais;
Entre as mulheres que se exercitam, o apoio constante e positivo da família e dos amigos é fundamental para a aderência ao programa proposto.
Tais dados podem, em parte, ser atribuídos à dupla jornada de trabalho (profissional e doméstico) que a mulher vem assumindo nos últimos vinte anos. A sugestão para reverter este quadro é praticar, pelo menos, três sessões semanais de atividades físicas.
O exercício ajuda a manter a saúde dos ossos (reduzindo a osteoporose), dos músculos (que sofrem perda de massa com o sedentarismo e o avanço da idade) e das articulações (que se mantêm mais vascularizadas e menos suscetíveis a lesões por esforço repetitivo). As atividades, executadas com orientação, também podem aumentar o colesterol bom (HDL) e diminuir o ruim (LDL), reduzindo as chances do aparecimento de disfunções cardiovasculares.
Após a menopausa, o exercício ganha mais um importante papel: aumentar o efeito da terapia de reposição de estrogênio (hormônio feminino cuja dosagem cai nesta fase), evitando a perda de massa óssea e mantendo a composição corporal em dia. No período pós-menopausa, a mulher tende a engordar significativamente e o excesso de gordura está relacionado a uma incidência maior de câncer de mamas.
Não há idade mínima nem máxima para começar um programa de exercícios, nem motivos para parar. A atividade física é importante em todas as fases da vida da mulher e deve ser encarada como um investimento em qualidade de vida.

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