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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

SUPLEMENTAÇÃO ALIMENTAR



  1. A falta de variabilidade entre os tipos de alimentos causa risco de carência nutricional. Por exemplo, excesso de proteínas na dieta pode causar perda de glicogênio muscular, perda de proteína muscular por não haver consumo adequado de carboidratos, sem esquecer do risco de sobrecarga renal. O indivíduo deve se alimentar várias vezes ao dia e em poucas quantidades;

  2. Todo consumo exagerado de proteínas ou constituintes protéicos (aminoácidos, peptídeos) pode sobrecarregar rins e fígado. Contudo, no caso de aminoácidos ramificados (BCAA), se for prescrito por um nutricionista em conjunto com uma dieta (que não forneça proteína excessiva) em quantidades adequadas para aquele atleta, não causará danos. Pelo contrário, os BCAAs teriam, inclusive, efeito desintoxicante das células hepáticas quando consumidos dentro desses moldes. O ideal é evitar a auto-prescrição. É importante ver também se o indivíduo nunca apresentou nenhum problema renal e orientá-lo para consumir bastante água;

  3. Consumo abaixo de 15% de gorduras na dieta está associado à carência nutricional, ainda mais em atletas nos quais a gordura é considerada fonte de energia;

  4. Algumas substâncias apresentam uma indicação diferente da outra. Por exemplo: Creatina é indicada para exercícios de força e explosão muscular, Carnitina para acelerar a queima de gordura, HMB, Glutamina e BCAA para evitar a perda de massa muscular, sendo a Glutamina potencializadora do sistema imunológico e o BCAA auxiliar na redução da fadiga em exercícios de longa duração. Além da indicação, devem ser observadas, ao usar cada um deles, a eficácia e segurança de uso. Com exceção da Glutamina, os demais (Creatina, L-Carnitina, HMB e BCAA) não são aceitos de maneira consensual pela comunidade científica, pois não têm eficácia comprovada. Muitos profissionais abandonaram a prática de prescrevê-los por este motivo, outros prescrevem por ‘desencargo de consciência’ ou como efeito placebo.

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